O cortejo. Tambor e canto a caminho do mar.
Comecei a fotografar o litoral de dentro dele: de barco, no mar de Paraty, documentando travessias. Foi ali que aprendi o essencial, que a luz do mar não espera e que a melhor imagem quase sempre acontece um segundo antes de alguém perceber que está sendo visto.
Desse ponto de partida o trabalho se estendeu para a cultura viva da região: o cortejo de Yemanjá, festivais de comunidade, rituais, vivências, oficinas e palco. É um tipo de fotografia que não permite segunda tomada, e é disso que eu gosto.
Valores sob consulta, por diária e por tamanho da entrega.